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Asoka, Heavy Prog, Sweden

"Asoka" é uma banda sueca formada em 1967 pelos remanescentes do “Taste Blues”. Lançou seu disco de estréia em 1971, um excelente disco, contendo uma interessante mistura de psicodélica com texturas de blues, hard rock e jazz. Alguns momentos soam bastante pesados, com inusitado andamento e destaque para uma eficiente produção. As músicas são cantadas tanto em inglês como em sueco, o que dá um charme incomum na parte vocal, porém o destaque é o trabalho instrumental que é bastante interessante em boa parte da execução de todas as músicas do disco. A primeira tem o título de "Psykofoni for Ekogitarr Och Poporkester", e começa com uma marcação de baixo e bateria bastante acentuada e com um solo de guitarra psicodélico que pontua todo o início da música, após uma quebrada no andamento, a guitarra abre o espaço para um órgão Hammond que executa um interessante diálogo com a guitarra. A próxima é "Leave Me", com uma levada mais dançante, onde novamente o destaque é o trabalho do baixista e do baterista. Na sequência, temos "Sevenssson Blues", que pelo título parece ser um daqueles hard blues, porém o que vemos é um riff de órgão sobreposto a uma marcante percussão, com um baixo solando o tempo inteiro e com um vocal bastante agudo, a mais freak do disco. Quando se acha que o disco não pode mais surpreender, eis que surge a quinta faixa "1975", com um começo soando como grupos ingleses dos anos 1960 e um trabalho de piano com clima jazzístico. Na sexta faixa "If You Fell", novamente guitarra dialogando com o órgão e um inusitado solo de violino no meio da música. Uma melodia contagiante inicia a faixa seguinte, "Tvivlarem", conduzida pelo órgão e vocal, fazendo com que esta seja a música mais palatável do disco. "I’m Trying" (To Find a Way to Paradise) é um ótimo hard levado pelo órgão e rápidos solos de guitarra, lembrando bastante o Deep Purple na época do Machine Head e com um final surpreendente. O disco foi relançado em CD nos anos 1990 inclusive trazendo oito raríssimas faixas bônus. Como balanço final, o Asoka não chega a ser considerado um clássico do rock raro da época, mas não tem como negar que se trata de um álbum bem agradável e que coloca a Suécia no mapa mundial do rock no período. Com o fim da banda "Claes Ericsson" e "Robban Larsson" gravaram dois discos com a banda de jazz-rock "Lotus" nos anos setenta. Em 2004 o Asoka retorna as atividades, sendo lançado em 2007 o seu segundo disco, o álbum "36 Years Later".  Maravilhosa banda sueca que não pode faltar em uma séria coleção, recomendo.
"Asoka" é uma banda sueca formada em 1967 pelos remanescentes do “Taste Blues”.
"Asoka" é uma banda sueca formada em 1967 pelos remanescentes do “Taste Blues”. Lançou seu disco de estréia em 1971, um excelente disco, contendo uma interessante mistura de psicodélica com texturas de blues, hard rock e jazz. Alguns momentos soam bastante pesados, com inusitado andamento e destaque para uma eficiente produção. As músicas são cantadas tanto em inglês como em sueco, o que dá um charme incomum na parte vocal, porém o destaque é o trabalho instrumental que é bastante interessante em boa parte da execução de todas as músicas do disco. A primeira tem o título de "Psykofoni for Ekogitarr Och Poporkester", e começa com uma marcação de baixo e bateria bastante acentuada e com um solo de guitarra psicodélico que pontua todo o início da música, após uma quebrada no andamento, a guitarra abre o espaço para um órgão Hammond que executa um interessante diálogo com a guitarra. A próxima é "Leave Me", com uma levada mais dançante, onde novamente o destaque é o trabalho do baixista e do baterista. Na sequência, temos "Sevenssson Blues", que pelo título parece ser um daqueles hard blues, porém o que vemos é um riff de órgão sobreposto a uma marcante percussão, com um baixo solando o tempo inteiro e com um vocal bastante agudo, a mais freak do disco. Quando se acha que o disco não pode mais surpreender, eis que surge a quinta faixa "1975", com um começo soando como grupos ingleses dos anos 1960 e um trabalho de piano com clima jazzístico. Na sexta faixa "If You Fell", novamente guitarra dialogando com o órgão e um inusitado solo de violino no meio da música. Uma melodia contagiante inicia a faixa seguinte, "Tvivlarem", conduzida pelo órgão e vocal, fazendo com que esta seja a música mais palatável do disco. "I’m Trying" (To Find a Way to Paradise) é um ótimo hard levado pelo órgão e rápidos solos de guitarra, lembrando bastante o Deep Purple na época do Machine Head e com um final surpreendente. O disco foi relançado em CD nos anos 1990 inclusive trazendo oito raríssimas faixas bônus. Como balanço final, o Asoka não chega a ser considerado um clássico do rock raro da época, mas não tem como negar que se trata de um álbum bem agradável e que coloca a Suécia no mapa mundial do rock no período. Com o fim da banda "Claes Ericsson" e "Robban Larsson" gravaram dois discos com a banda de jazz-rock "Lotus" nos anos setenta. Em 2004 o Asoka retorna as atividades, sendo lançado em 2007 o seu segundo disco, o álbum "36 Years Later".  Maravilhosa banda sueca que não pode faltar em uma séria coleção, recomendo.
Lançou seu disco de estréia em 1971, um excelente disco, contendo uma interessante mistura de psicodelia com texturas de blues, hard rock e jazz. Alguns momentos soam bastante pesados, com inusitado andamento e destaque para uma eficiente produção.
As músicas são cantadas tanto em inglês como em sueco, o que dá um charme incomum na parte vocal, porém o destaque é o trabalho instrumental que é bastante interessante em boa parte da execução de todas as músicas do disco. A primeira tem o título de "Psykofoni for Ekogitarr Och Poporkester", e começa com uma marcação de baixo e bateria bastante acentuada e com um solo de guitarra psicodélico que pontua todo o início da música, após uma quebrada no andamento, a guitarra abre o espaço para um órgão Hammond que executa um interessante diálogo com a guitarra. 
"Asoka" é uma banda sueca formada em 1967 pelos remanescentes do “Taste Blues”. Lançou seu disco de estréia em 1971, um excelente disco, contendo uma interessante mistura de psicodélica com texturas de blues, hard rock e jazz. Alguns momentos soam bastante pesados, com inusitado andamento e destaque para uma eficiente produção. As músicas são cantadas tanto em inglês como em sueco, o que dá um charme incomum na parte vocal, porém o destaque é o trabalho instrumental que é bastante interessante em boa parte da execução de todas as músicas do disco. A primeira tem o título de "Psykofoni for Ekogitarr Och Poporkester", e começa com uma marcação de baixo e bateria bastante acentuada e com um solo de guitarra psicodélico que pontua todo o início da música, após uma quebrada no andamento, a guitarra abre o espaço para um órgão Hammond que executa um interessante diálogo com a guitarra. A próxima é "Leave Me", com uma levada mais dançante, onde novamente o destaque é o trabalho do baixista e do baterista. Na sequência, temos "Sevenssson Blues", que pelo título parece ser um daqueles hard blues, porém o que vemos é um riff de órgão sobreposto a uma marcante percussão, com um baixo solando o tempo inteiro e com um vocal bastante agudo, a mais freak do disco. Quando se acha que o disco não pode mais surpreender, eis que surge a quinta faixa "1975", com um começo soando como grupos ingleses dos anos 1960 e um trabalho de piano com clima jazzístico. Na sexta faixa "If You Fell", novamente guitarra dialogando com o órgão e um inusitado solo de violino no meio da música. Uma melodia contagiante inicia a faixa seguinte, "Tvivlarem", conduzida pelo órgão e vocal, fazendo com que esta seja a música mais palatável do disco. "I’m Trying" (To Find a Way to Paradise) é um ótimo hard levado pelo órgão e rápidos solos de guitarra, lembrando bastante o Deep Purple na época do Machine Head e com um final surpreendente. O disco foi relançado em CD nos anos 1990 inclusive trazendo oito raríssimas faixas bônus. Como balanço final, o Asoka não chega a ser considerado um clássico do rock raro da época, mas não tem como negar que se trata de um álbum bem agradável e que coloca a Suécia no mapa mundial do rock no período. Com o fim da banda "Claes Ericsson" e "Robban Larsson" gravaram dois discos com a banda de jazz-rock "Lotus" nos anos setenta. Em 2004 o Asoka retorna as atividades, sendo lançado em 2007 o seu segundo disco, o álbum "36 Years Later".  Maravilhosa banda sueca que não pode faltar em uma séria coleção, recomendo.

"Asoka" é uma banda sueca formada em 1967 pelos remanescentes do “Taste Blues”. Lançou seu disco de estréia em 1971, um excelente disco, contendo uma interessante mistura de psicodélica com texturas de blues, hard rock e jazz. Alguns momentos soam bastante pesados, com inusitado andamento e destaque para uma eficiente produção. As músicas são cantadas tanto em inglês como em sueco, o que dá um charme incomum na parte vocal, porém o destaque é o trabalho instrumental que é bastante interessante em boa parte da execução de todas as músicas do disco. A primeira tem o título de "Psykofoni for Ekogitarr Och Poporkester", e começa com uma marcação de baixo e bateria bastante acentuada e com um solo de guitarra psicodélico que pontua todo o início da música, após uma quebrada no andamento, a guitarra abre o espaço para um órgão Hammond que executa um interessante diálogo com a guitarra. A próxima é "Leave Me", com uma levada mais dançante, onde novamente o destaque é o trabalho do baixista e do baterista. Na sequência, temos "Sevenssson Blues", que pelo título parece ser um daqueles hard blues, porém o que vemos é um riff de órgão sobreposto a uma marcante percussão, com um baixo solando o tempo inteiro e com um vocal bastante agudo, a mais freak do disco. Quando se acha que o disco não pode mais surpreender, eis que surge a quinta faixa "1975", com um começo soando como grupos ingleses dos anos 1960 e um trabalho de piano com clima jazzístico. Na sexta faixa "If You Fell", novamente guitarra dialogando com o órgão e um inusitado solo de violino no meio da música. Uma melodia contagiante inicia a faixa seguinte, "Tvivlarem", conduzida pelo órgão e vocal, fazendo com que esta seja a música mais palatável do disco. "I’m Trying" (To Find a Way to Paradise) é um ótimo hard levado pelo órgão e rápidos solos de guitarra, lembrando bastante o Deep Purple na época do Machine Head e com um final surpreendente. O disco foi relançado em CD nos anos 1990 inclusive trazendo oito raríssimas faixas bônus. Como balanço final, o Asoka não chega a ser considerado um clássico do rock raro da época, mas não tem como negar que se trata de um álbum bem agradável e que coloca a Suécia no mapa mundial do rock no período. Com o fim da banda "Claes Ericsson" e "Robban Larsson" gravaram dois discos com a banda de jazz-rock "Lotus" nos anos setenta. Em 2004 o Asoka retorna as atividades, sendo lançado em 2007 o seu segundo disco, o álbum "36 Years Later".  Maravilhosa banda sueca que não pode faltar em uma séria coleção, recomendo.
A próxima é "Leave Me", com uma levada mais dançante, onde novamente o destaque é o trabalho do baixista e do baterista. Na sequência, temos "Sevenssson Blues", que pelo título parece ser um daqueles hard blues, porém o que vemos é um riff de órgão sobreposto a uma marcante percussão, com um baixo solando o tempo inteiro e com um vocal bastante agudo, a mais freak do disco. Quando se acha que o disco não pode mais surpreender, eis que surge a quinta faixa "1975", com um começo soando como grupos ingleses dos anos 1960 e um trabalho de piano com clima jazzístico. Na sexta faixa "If You Fell", novamente guitarra dialogando com o órgão e um inusitado solo de violino no meio da música. Uma melodia contagiante inicia a faixa seguinte,
"Asoka" é uma banda sueca formada em 1967 pelos remanescentes do “Taste Blues”. Lançou seu disco de estréia em 1971, um excelente disco, contendo uma interessante mistura de psicodélica com texturas de blues, hard rock e jazz. Alguns momentos soam bastante pesados, com inusitado andamento e destaque para uma eficiente produção. As músicas são cantadas tanto em inglês como em sueco, o que dá um charme incomum na parte vocal, porém o destaque é o trabalho instrumental que é bastante interessante em boa parte da execução de todas as músicas do disco. A primeira tem o título de "Psykofoni for Ekogitarr Och Poporkester", e começa com uma marcação de baixo e bateria bastante acentuada e com um solo de guitarra psicodélico que pontua todo o início da música, após uma quebrada no andamento, a guitarra abre o espaço para um órgão Hammond que executa um interessante diálogo com a guitarra. A próxima é "Leave Me", com uma levada mais dançante, onde novamente o destaque é o trabalho do baixista e do baterista. Na sequência, temos "Sevenssson Blues", que pelo título parece ser um daqueles hard blues, porém o que vemos é um riff de órgão sobreposto a uma marcante percussão, com um baixo solando o tempo inteiro e com um vocal bastante agudo, a mais freak do disco. Quando se acha que o disco não pode mais surpreender, eis que surge a quinta faixa "1975", com um começo soando como grupos ingleses dos anos 1960 e um trabalho de piano com clima jazzístico. Na sexta faixa "If You Fell", novamente guitarra dialogando com o órgão e um inusitado solo de violino no meio da música. Uma melodia contagiante inicia a faixa seguinte, "Tvivlarem", conduzida pelo órgão e vocal, fazendo com que esta seja a música mais palatável do disco. "I’m Trying" (To Find a Way to Paradise) é um ótimo hard levado pelo órgão e rápidos solos de guitarra, lembrando bastante o Deep Purple na época do Machine Head e com um final surpreendente. O disco foi relançado em CD nos anos 1990 inclusive trazendo oito raríssimas faixas bônus. Como balanço final, o Asoka não chega a ser considerado um clássico do rock raro da época, mas não tem como negar que se trata de um álbum bem agradável e que coloca a Suécia no mapa mundial do rock no período. Com o fim da banda "Claes Ericsson" e "Robban Larsson" gravaram dois discos com a banda de jazz-rock "Lotus" nos anos setenta. Em 2004 o Asoka retorna as atividades, sendo lançado em 2007 o seu segundo disco, o álbum "36 Years Later".  Maravilhosa banda sueca que não pode faltar em uma séria coleção, recomendo.
"Tvivlarem", conduzida pelo órgão e vocal, fazendo com que esta seja a música mais palatável do disco. "I’m Trying" (To Find a Way to Paradise) é um ótimo hard levado pelo órgão e rápidos solos de guitarra, lembrando bastante o Deep Purple na época do Machine Head e com um final surpreendente. O disco foi relançado em CD nos anos 1990 inclusive trazendo oito raríssimas faixas bônus. Como balanço final, o Asoka não chega a ser considerado um clássico do rock raro da época, mas não tem como negar que se trata de um álbum bem agradável e que coloca a Suécia no mapa mundial do rock no período. Com o fim da banda "Claes Ericsson" e "Robban Larsson" gravaram dois discos com a banda de jazz-rock "Lotus" nos anos setenta. Em 2004 o "Asoka" retorna as atividades, sendo lançado em 2007 o seu segundo disco, o álbum "36 Years Later". 
Maravilhosa banda sueca que não pode faltar em uma séria coleção, recomendo.
"Asoka" é uma banda sueca formada em 1967 pelos remanescentes do “Taste Blues”. Lançou seu disco de estréia em 1971, um excelente disco, contendo uma interessante mistura de psicodélica com texturas de blues, hard rock e jazz. Alguns momentos soam bastante pesados, com inusitado andamento e destaque para uma eficiente produção. As músicas são cantadas tanto em inglês como em sueco, o que dá um charme incomum na parte vocal, porém o destaque é o trabalho instrumental que é bastante interessante em boa parte da execução de todas as músicas do disco. A primeira tem o título de "Psykofoni for Ekogitarr Och Poporkester", e começa com uma marcação de baixo e bateria bastante acentuada e com um solo de guitarra psicodélico que pontua todo o início da música, após uma quebrada no andamento, a guitarra abre o espaço para um órgão Hammond que executa um interessante diálogo com a guitarra. A próxima é "Leave Me", com uma levada mais dançante, onde novamente o destaque é o trabalho do baixista e do baterista. Na sequência, temos "Sevenssson Blues", que pelo título parece ser um daqueles hard blues, porém o que vemos é um riff de órgão sobreposto a uma marcante percussão, com um baixo solando o tempo inteiro e com um vocal bastante agudo, a mais freak do disco. Quando se acha que o disco não pode mais surpreender, eis que surge a quinta faixa "1975", com um começo soando como grupos ingleses dos anos 1960 e um trabalho de piano com clima jazzístico. Na sexta faixa "If You Fell", novamente guitarra dialogando com o órgão e um inusitado solo de violino no meio da música. Uma melodia contagiante inicia a faixa seguinte, "Tvivlarem", conduzida pelo órgão e vocal, fazendo com que esta seja a música mais palatável do disco. "I’m Trying" (To Find a Way to Paradise) é um ótimo hard levado pelo órgão e rápidos solos de guitarra, lembrando bastante o Deep Purple na época do Machine Head e com um final surpreendente. O disco foi relançado em CD nos anos 1990 inclusive trazendo oito raríssimas faixas bônus. Como balanço final, o Asoka não chega a ser considerado um clássico do rock raro da época, mas não tem como negar que se trata de um álbum bem agradável e que coloca a Suécia no mapa mundial do rock no período. Com o fim da banda "Claes Ericsson" e "Robban Larsson" gravaram dois discos com a banda de jazz-rock "Lotus" nos anos setenta. Em 2004 o Asoka retorna as atividades, sendo lançado em 2007 o seu segundo disco, o álbum "36 Years Later".  Maravilhosa banda sueca que não pode faltar em uma séria coleção, recomendo.





"Asoka" é uma banda sueca formada em 1967 pelos remanescentes do “Taste Blues”. Lançou seu disco de estréia em 1971, um excelente disco, contendo uma interessante mistura de psicodélica com texturas de blues, hard rock e jazz. Alguns momentos soam bastante pesados, com inusitado andamento e destaque para uma eficiente produção. As músicas são cantadas tanto em inglês como em sueco, o que dá um charme incomum na parte vocal, porém o destaque é o trabalho instrumental que é bastante interessante em boa parte da execução de todas as músicas do disco. A primeira tem o título de "Psykofoni for Ekogitarr Och Poporkester", e começa com uma marcação de baixo e bateria bastante acentuada e com um solo de guitarra psicodélico que pontua todo o início da música, após uma quebrada no andamento, a guitarra abre o espaço para um órgão Hammond que executa um interessante diálogo com a guitarra. A próxima é "Leave Me", com uma levada mais dançante, onde novamente o destaque é o trabalho do baixista e do baterista. Na sequência, temos "Sevenssson Blues", que pelo título parece ser um daqueles hard blues, porém o que vemos é um riff de órgão sobreposto a uma marcante percussão, com um baixo solando o tempo inteiro e com um vocal bastante agudo, a mais freak do disco. Quando se acha que o disco não pode mais surpreender, eis que surge a quinta faixa "1975", com um começo soando como grupos ingleses dos anos 1960 e um trabalho de piano com clima jazzístico. Na sexta faixa "If You Fell", novamente guitarra dialogando com o órgão e um inusitado solo de violino no meio da música. Uma melodia contagiante inicia a faixa seguinte, "Tvivlarem", conduzida pelo órgão e vocal, fazendo com que esta seja a música mais palatável do disco. "I’m Trying" (To Find a Way to Paradise) é um ótimo hard levado pelo órgão e rápidos solos de guitarra, lembrando bastante o Deep Purple na época do Machine Head e com um final surpreendente. O disco foi relançado em CD nos anos 1990 inclusive trazendo oito raríssimas faixas bônus. Como balanço final, o Asoka não chega a ser considerado um clássico do rock raro da época, mas não tem como negar que se trata de um álbum bem agradável e que coloca a Suécia no mapa mundial do rock no período. Com o fim da banda "Claes Ericsson" e "Robban Larsson" gravaram dois discos com a banda de jazz-rock "Lotus" nos anos setenta. Em 2004 o Asoka retorna as atividades, sendo lançado em 2007 o seu segundo disco, o álbum "36 Years Later".  Maravilhosa banda sueca que não pode faltar em uma séria coleção, recomendo.
DISCOGRAFIA:
1971 - Asoka
2007 - 36 Years Later

Asoka 1971
"Asoka" é uma banda sueca formada em 1967 pelos remanescentes do “Taste Blues”. Lançou seu disco de estréia em 1971, um excelente disco, contendo uma interessante mistura de psicodélica com texturas de blues, hard rock e jazz. Alguns momentos soam bastante pesados, com inusitado andamento e destaque para uma eficiente produção. As músicas são cantadas tanto em inglês como em sueco, o que dá um charme incomum na parte vocal, porém o destaque é o trabalho instrumental que é bastante interessante em boa parte da execução de todas as músicas do disco. A primeira tem o título de "Psykofoni for Ekogitarr Och Poporkester", e começa com uma marcação de baixo e bateria bastante acentuada e com um solo de guitarra psicodélico que pontua todo o início da música, após uma quebrada no andamento, a guitarra abre o espaço para um órgão Hammond que executa um interessante diálogo com a guitarra. A próxima é "Leave Me", com uma levada mais dançante, onde novamente o destaque é o trabalho do baixista e do baterista. Na sequência, temos "Sevenssson Blues", que pelo título parece ser um daqueles hard blues, porém o que vemos é um riff de órgão sobreposto a uma marcante percussão, com um baixo solando o tempo inteiro e com um vocal bastante agudo, a mais freak do disco. Quando se acha que o disco não pode mais surpreender, eis que surge a quinta faixa "1975", com um começo soando como grupos ingleses dos anos 1960 e um trabalho de piano com clima jazzístico. Na sexta faixa "If You Fell", novamente guitarra dialogando com o órgão e um inusitado solo de violino no meio da música. Uma melodia contagiante inicia a faixa seguinte, "Tvivlarem", conduzida pelo órgão e vocal, fazendo com que esta seja a música mais palatável do disco. "I’m Trying" (To Find a Way to Paradise) é um ótimo hard levado pelo órgão e rápidos solos de guitarra, lembrando bastante o Deep Purple na época do Machine Head e com um final surpreendente. O disco foi relançado em CD nos anos 1990 inclusive trazendo oito raríssimas faixas bônus. Como balanço final, o Asoka não chega a ser considerado um clássico do rock raro da época, mas não tem como negar que se trata de um álbum bem agradável e que coloca a Suécia no mapa mundial do rock no período. Com o fim da banda "Claes Ericsson" e "Robban Larsson" gravaram dois discos com a banda de jazz-rock "Lotus" nos anos setenta. Em 2004 o Asoka retorna as atividades, sendo lançado em 2007 o seu segundo disco, o álbum "36 Years Later".  Maravilhosa banda sueca que não pode faltar em uma séria coleção, recomendo.

FAIXAS:
1.Psykfoni For Ekogitarr Och Poporkester (2:12)
2.Leave Me (3:35)
3.Svensson Blues (3:28)
4.1975 (3:48)
5.If You Feel (4:25)
6.Tvivlaren (4:38)
7.I'm Trying (6:15)
8.I'm Trying (6:17)
9.Psykofoni För Ekogitarr Och Poporkester II (2:54)
Total Time: 35:31

MEMBROS:
Robban Larsson - guitars
Patrick Erixcon - vocals, bongos
Claes Ericsson - piano, organ
Kent "Tjobbe" Bengtson - bass
Alf "Daffy" Bengtson – drums

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