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A Cor do Som, Jazz Rock/Fusion, Brazil

"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso".

Agamemnon, Symphonic Prog, Switzerlan

"Agamemnon" foi uma obscura banda de prog sinfônico formada na Suíça no final da década de setenta, mas existe alguma especulação de que a banda seja, na verdade, da Alemanha, e que, só o LP foi lançado na Suíça. De qualquer maneira, "Agamemnon" só lançou um único álbum em 1981, chamado como "Part I & II", por ser dividido em duas longas suítes, uma de cada lado do LP, tema de duas histórias, sobre um antigo e mitológico herói grego. Esse primeiro e único registro da década de oitenta, soa como se tivesse sido gravado uma década antes, pois sofre de má mixagem e carência na percussão. As letras são em Inglês e oferecem um bom vocalista que em alguns momentos pode trazer a memória o músico inglês "Cat stevens", também podemos reparar, uma borda sinfônica com os arranjos cósmicos do teclado, que lembram muito o "Pink Floyd" e semelhantes também aos álbuns lançados em anos anteriores, de bandas alemãs como "Eloy", "Pancake" ou "Jane", é uma reminiscência de "Minotaurus", "Epidauro" e em algumas partes "Kyrie Eleison". As composições e a estrutura harmônicas são muito básicas e muito repetitivas ao longo do tempo, com um grande momento por volta dos 10 minutos da parte 1, mas nada mais do que isso, o final termina abruptamente com um fade out que significa que não se tinha a intenção de acabar nesse ponto durante a gravação. Com a parte 2, felizmente começa a se ouvir com mais nitidez o baixista, seu desemprenho é muito musical e acima de toda a gravação. Os solos de teclado são ácidos e fantásticos em todo o álbum, um fascinante space/psych/prog. O solo de piano no 12º minuto da Parte 2 é surpreendentemente acima do desempenho geral do álbum. Enfim um disco mediano, mas significante para os estéreis anos oitenta. Recomendo.
"Agamemnon" foi uma obscura banda de prog sinfônico formada na Suíça no final da década de setenta, mas existe alguma especulação de que a banda seja, na verdade, da Alemanha, e que, só o LP foi lançado na Suíça. De qualquer maneira, "Agamemnon" só lançou um único álbum em 1981, chamado como "Part I & II", por ser dividido em duas longas suítes, uma de cada lado do LP, tema de duas histórias, sobre um antigo e mitológico herói grego. Esse primeiro e único registro da década de oitenta, soa como se tivesse sido gravado uma década antes, pois sofre de má mixagem e carência na percussão. As letras são em Inglês e oferecem um bom vocalista que em alguns momentos pode trazer a memória o músico inglês "Cat stevens", também podemos reparar, uma borda sinfônica com os arranjos cósmicos do teclado,  que lembram muito o "Pink Floyd" e semelhantes também aos álbuns lançados em anos anteriores, de bandas alemãs como "Eloy", "Pancake" ou "Jane", é uma reminiscência de "Minotaurus", "Epidauro" e em algumas partes "Kyrie Eleison". 

A Bolha, Heavy Prog, Brazil

"A Bolha" foi uma banda de rock brasileira formada em 1965 no Rio de Janeiro, com o nome "The Bubbles". Participou ativamente do circuito de bailes, programas de rádio e de tv que existiam na capital carioca naquela época. No início tocavam apenas covers ou versões de canções e bandas de sucesso da Europa e dos Estados Unidos, mas, no início dos anos 70, passaram a compor suas próprias canções e chegaram a gravar dois álbuns, o primeiro em 1973, chamado "Um Passo à Frente" e o segundo em 1977, chamado "É Proibido Fumar". Encerraram as atividades em 1978, mas voltaram a ativa em 2004, chegando a gravar um novo álbum em 2006, chamado "É Só Curtir", para então pararem novamente. Foram importantes no cenário musical brasileiro por tocarem como banda de apoio para "Gal Costa", "Leno", "Márcio Greyck", "Raul Seixas" e 'Erasmo Carlos", além disso, seus integrantes deram origem ou integraram várias bandas que fariam sucesso na década de 1970 e na década seguinte como "Bixo da Seda", "Herva Doce", "A Cor do Som", "Roupa Nova" e "Hanói-Hanói". "A Bolha" foi criada em 1965 pelos irmãos "César Ladeira" e "Renato Ladeira", filhos da atriz argentina "Renata Fronzi" e do radialista paulista "César Ladeira", que tocavam guitarra solo e ritmo, respectivamente, juntamente com "Ricardo" no baixo e "Ricardo Reis" na bateria. A participação de "Ricardo" no baixo durou apenas algumas semanas devido a diferenças de visão sobre a banda. "Lincoln Bittencourt" foi recrutado para o baixo e, com essa formação, são convidados pela gravadora Musidisc a registrar um compacto simples com duas versões de músicas de sucesso: "Não Vou Cortar o Cabelo", versão de "Break It All" da banda uruguaia "Los Shakers", no lado A e "Por Que Sou Tão Feio", versão do hit "Get Off Of My Cloud" dos "Rolling Stones", no lado B. O convite se deu nos bastidores da gravação de um programa de tv e o compacto que se seguiu não fez muito sucesso devido a falta de divulgação por parte da gravadora e da banda. Em 1968, foram convidados por seu amigo "Márcio Greyck" para serem a banda de apoio na gravação de um álbum. O álbum é lançado em agosto de 1968 e abre portas para a banda, gerando o interesse da PolyGram em lançar um compacto com versões de duas canções dos "Beatles", extraídas do álbum branco, "Ob-La-Di", "Ob-La-Da" e "Honey Pie". Esse compacto, assim como outros gravados entre 1966 e 1969 para as gravadoras Musidisc e PolyGram, não foi lançado na época, vindo a luz apenas em 2010 através de uma coletânea lançada no mercado europeu pela Groovie Records, esta coletânea se encontra no download do blog, nela vem gravações raras, e algumas nunca antes lançadas. As músicas foram tiradas de diversas sessões distintas, vale a pena conferir. Ainda em 1968, "César" decide deixar a banda para se dedicar aos estudos, abandonando a carreira artística. Também "Lincoln" e, posteriormente, "Ricardo" deixariam a banda. Para o lugar deles, entram na banda "Pedro Lima" na guitarra solo, "Arnaldo Brandão" no baixo e "Johnny" na bateria. Com essa formação, o som da banda fica mais pesado, lembrando muito o som de "Cream", "Jimi Hendrix", "Led Zeppelin", "Grand Funk Railroad" e "Black Sabbath", mas ainda assim, continuavam como uma das grandes sensações do circuito de bailes de fim de semana carioca, chegando a tocar para mais de cinco mil pessoas. "César Ladeira", que havia deixado a banda em 1968, passou a estudar cinema e trabalhar junto com o avô, o diretor "Adhemar Gonzaga", como assistente de direção. "César", então, chama o "The Bubbles" para tocar no filme "Salário Mínimo", de 1970. A banda participa com a canção de abertura do filme, dublando outra em uma cena, e ainda, com uma canção que toca numa boate em outra cena, todas de autoria do guitarrista Pedro Lima. Em 1970 ainda ocorreria mais uma mudança de formação: "Johnny" sai e dá lugar a "Gustavo Schroeter" na bateria. Ainda em 1970, foram convidados por "Jards Macalé" para acompanhar "Gal Costa" em um show que ela iria fazer na boate Sucata. O show tinha o cenário feito por "Hélio Oiticica", contava com a participação de um naipe de metais e de grandes músicos, como: "Naná Vasconcelos", "Márcio Montarroyos", "Íon Muniz" e "Zé Carlos". A recepção de público e crítica para a banda foi excelente, sendo classificada anos depois, como "inesperada" por "Renato Ladeira". Este sucesso renderia um convite para que "Pedro", "Arnaldo" e "Gustavo" acompanhassem "Gal" em apresentações ao vivo e aparições na tv em Portugal, como o programa de "Raúl Solnado" gravado no teatro Monumental de Lisboa. Depois do programa, os três acompanharam "Gal Costa" até Londres para visitar "Caetano Velloso" e "Gilberto Gil" que estavam exilados e morando na capital inglesa. Ficaram uns dias na casa de um brasileiro que conheceram por lá, até se encontrarem todos de novo para participar do Festival da Ilha de Wight. Foram todos para assistir aos shows, mas, no acampamento do local, faziam jams acústicas que chamavam a atenção de todos a volta. "Gustavo" gravava tudo com um gravador de bolso e, um dia, "Pedro" pegou as fitas e mostrou para o pessoal da organização do festival. Todos foram convidados para tocar em um dos palcos alternativos ao principal, de forma acústica mesmo, dá pra imaginar? assistiram a "The Who", "The Doors", "Sly and the Family Stone", "Ten Years After" (grupo de Alvin Lee), "Chicago", "Jethro Tull" e "Jimi Hendrix". Ainda passariam por Paris alguns dias depois e veriam "Rolling Stones" e "Eric Clapton". Após essa experiência na Europa, os três voltam para o Brasil e contam para "Renato" a decisão de seguir outro caminho, fazer música própria, em português, e parar de fazer covers e versões já que, segundo "Gustavo", "não dava para fazer igual" a esses caras. Passam a compor e ensaiar um novo repertório, próprio, e mudam o nome para "A Bolha". Emblemático foi um show que fizeram logo que voltaram do festival (no ginásio do clube Tamoio e no Clube Mauá em São Gonçalo), no qual tocaram apenas o repertório próprio e o público foi saindo no decorrer do show. A partir desse evento decidem fazer uma mudança mais paulatina, inserindo músicas próprias no repertório antigo. O primeiro grande teste para o novo repertório foi a participação da banda no Festival de Verão de Guarapari, em fevereiro de 1971. A apresentação deles, assim como todo o festival, foi recheada de problemas. A mesa de som foi instalada atrás do palco, houve problemas com o governo militar da época e a banda experienciou problemas com os técnicos de som que desligavam o som toda vez que "Renato Ladeira" girava o microfone imitando o "Roger Daltrey" do "Who". Com a fama adquirida no show com "Gal Costa" e também no festival, são chamados por um produtor da CBS pra tocar no novo LP de "Leno". Este produtor era ninguém menos do que "Raul Seixas" que trabalhava na gravadora nesta época. Eles foram a banda da gravação do álbum "Vida e Obra de Johnny McCartney", que teve várias faixas censuradas pelo governo militar, acabando sendo lançado na época apenas um compacto duplo com 4 faixas. Apenas em 1995, "Leno" lançou o álbum como fora previsto na época. Ainda em 1971, participam do VI Festival Internacional da Canção defendendo a música "18:30" de "Eduardo Souto Neto" e "Geraldo Carneiro". Como era comum na época, era lançado um compacto com as músicas concorrentes no festival e a banda aproveitou e incluiu "Sem Nada" no lado A e ainda "Os Hemadecons Cantavam em Coro Chôôôô" no lado B. O compacto foi lançado pela gravadora Top Tape. Também participaram da gravação do compacto duplo de "Gal Costa", "Gal", em duas músicas: "Zoilógico" e "Vapor Barato". Após quase um ano sem tocar em lugar nenhum, em 1973 lançaram seu primeiro álbum, "Um Passo à Frente", pela gravadora Continental. O álbum traz músicas com um toque mais progressivo, chegando algumas a ter dez minutos de duração. O álbum não foi bem recebido pelo público, tendo vendagem pequena, no Brasil de hoje, como naquela época, ainda existem poucos fãs de rock progressivo. No ano seguinte, participam da gravação do primeiro compacto duplo de "Raul Seixas" com "Não Pare na Pista", "Trem das Sete", "Como Vovó já Dizia" e "Se o Rádio Não Toca", tocando em "Não Pare na Pista" e "Como Vovó já Dizia". Como as coisas esfriaram e ficaram meio fracas, "Gustavo Schroeter" foi para o "Veludo" e "Arnaldo Brandão" saiu da banda. Entram "Serginho Herval" na bateria, e "Roberto Ly" no baixo. Com esta formação, participam do festival Banana Progressiva, em 1975. Ainda em 1975, "Renato Ladeira" deixa a banda para tocar no "Bixo da Seda" e para o seu lugar é escolhido "Marcelo Sussekind". Em 1977 gravam o seu segundo disco, "É Proibido Fumar" cujo som marca uma volta ao rock clássico e ao hard rock, mais próximo do som da "Jovem Guarda". "Renato Ladeira" participaria do disco apenas como compositor. A seguir realizam uma turnê abrindo para "Erasmo Carlos" sendo que, na sequência, tocavam como banda de apoio do artista. Esta turnê contou com a volta de "Renato Ladeira" nos teclados, tornando a banda um quinteto. Durante a turnê a banda grava o álbum novo de "Erasmo", "Pelas Esquinas de Ipanema", que sairia em julho de 1978. Logo após o fim da turnê, a banda encerra as suas atividades. Lembrando que vários componentes da "A Bolha" tocaram com músicos famosos da MPB, como "Caetano Veloso" e "Raul Seixas". Além disso outros grupos surgiram a partir da desfragmentação, como "A Cor do Som", "Herva Doce", "Outra Banda da Terra" (que acompanhou Caetano Veloso), "Roupa Nova" e "Hanói-Hanói", entre outros. Em 2004, o diretor "José Emílio Rondeau" convidou "Renato Ladeira" para ser diretor artístico do seu novo filme, 1972. Renato mostrou algumas músicas que haviam sido censuradas no início dos anos 70 e o diretor se interessou, então ele chamou seus velhos companheiros de banda para gravarem aquelas músicas para o filme. Da reunião acabou surgindo a vontade de gravar um novo disco com aquele material e mais alguns covers, gerando o álbum "É Só Curtir", lançado em 2006, pela gravadora Som Livre. Apesar do lançamento do disco, a banda não chegou a sair em turnê. Em 2010, saiu uma coletânea com todos os singles da banda no mercado europeu, tanto os dois lançados como outros que apenas foram gravados, "The Bubbles - Raw and Unreleased", lançada pela Groovie Records, lembrando que esta coletânea se encontra no download do blog.
"A Bolha" foi uma banda de rock brasileira formada em 1965 no Rio de Janeiro, com o nome "The Bubbles". Participou ativamente do circuito de bailes, programas de rádio e de tv que existiam na capital carioca naquela época. No início tocavam apenas covers ou versões de canções e bandas de sucesso da Europa e dos Estados Unidos, mas, no início dos anos 70, passaram a compor suas próprias canções e chegaram a gravar dois álbuns, o primeiro em 1973, chamado "Um Passo à Frente" e o segundo em 1977, chamado "É Proibido Fumar". Encerraram as atividades em 1978, mas voltaram a ativa em 2004, chegando a gravar um novo álbum em 2006, chamado "É Só Curtir", para então pararem novamente. Foram importantes no cenário musical brasileiro por tocarem como banda de apoio para "Gal Costa", "Leno", "Márcio Greyck", "Raul Seixas" e 'Erasmo Carlos", além disso, seus integrantes deram origem ou integraram várias bandas que fariam sucesso na década de 1970 e na década seguinte como "Bixo da Seda", "Herva Doce", "A Cor do Som", "Roupa Nova" e "Hanói-Hanói". "A Bolha" foi criada em 1965 pelos irmãos "César Ladeira" e "Renato Ladeira", filhos da atriz argentina "Renata Fronzi" e do radialista paulista "César Ladeira", que tocavam guitarra solo e ritmo, respectivamente, juntamente com "Ricardo" no baixo e "Ricardo Reis" na bateria. A participação de "Ricardo" no baixo durou apenas algumas semanas devido a diferenças de visão sobre a banda. "Lincoln Bittencourt" foi recrutado para o baixo e, com essa formação, são convidados pela gravadora Musidisc a registrar um compacto simples com duas versões de músicas de sucesso: "Não Vou Cortar o Cabelo", versão de "Break It All" da banda uruguaia "Los Shakers", no lado A e "Por Que Sou Tão Feio", versão do hit "Get Off Of My Cloud" dos "Rolling Stones", no lado B. O convite se deu nos bastidores da gravação de um programa de tv e o compacto que se seguiu não fez muito sucesso devido a falta de divulgação por parte da gravadora e da banda. Em 1968, foram convidados por seu amigo "Márcio Greyck" para serem a banda de apoio na gravação de um álbum. O álbum é lançado em agosto de 1968 e abre portas para a banda, gerando o interesse da PolyGram em lançar um compacto com versões de duas canções dos "Beatles", extraídas do álbum branco, "Ob-La-Di", "Ob-La-Da" e "Honey Pie". Esse compacto, assim como outros gravados entre 1966 e 1969 para as gravadoras Musidisc e PolyGram, não foi lançado na época, vindo a luz apenas em 2010 através de uma coletânea lançada no mercado europeu pela Groovie Records, esta coletânea se encontra no download do blog, nela vem gravações raras, e algumas nunca antes lançadas. As músicas foram tiradas de diversas sessões distintas, vale a pena conferir. Ainda em 1968, "César" decide deixar a banda para se dedicar aos estudos, abandonando a carreira artística. Também "Lincoln" e, posteriormente, "Ricardo" deixariam a banda. Para o lugar deles, entram na banda "Pedro Lima" na guitarra solo, "Arnaldo Brandão" no baixo e "Johnny" na bateria. Com essa formação, o som da banda fica mais pesado, lembrando muito o som de "Cream", "Jimi Hendrix", "Led Zeppelin", "Grand Funk Railroad" e "Black Sabbath", mas ainda assim, continuavam como uma das grandes sensações do circuito de bailes de fim de semana carioca, chegando a tocar para mais de cinco mil pessoas. "César Ladeira", que havia deixado a banda em 1968, passou a estudar cinema e trabalhar junto com o avô, o diretor "Adhemar Gonzaga", como assistente de direção. "César", então, chama o "The Bubbles" para tocar no filme "Salário Mínimo", de 1970. A banda participa com a canção de abertura do filme, dublando outra em uma cena, e ainda, com uma canção que toca numa boate em outra cena, todas de autoria do guitarrista Pedro Lima. Em 1970 ainda ocorreria mais uma mudança de formação: "Johnny" sai e dá lugar a "Gustavo Schroeter" na bateria. Ainda em 1970, foram convidados por "Jards Macalé" para acompanhar "Gal Costa" em um show que ela iria fazer na boate Sucata. O show tinha o cenário feito por "Hélio Oiticica", contava com a participação de um naipe de metais e de grandes músicos, como: "Naná Vasconcelos", "Márcio Montarroyos", "Íon Muniz" e "Zé Carlos". A recepção de público e crítica para a banda foi excelente, sendo classificada anos depois, como "inesperada" por "Renato Ladeira". Este sucesso renderia um convite para que "Pedro", "Arnaldo" e "Gustavo" acompanhassem "Gal" em apresentações ao vivo e aparições na tv em Portugal, como o programa de "Raúl Solnado" gravado no teatro Monumental de Lisboa. Depois do programa, os três acompanharam "Gal Costa" até Londres para visitar "Caetano Velloso" e "Gilberto Gil" que estavam exilados e morando na capital inglesa. Ficaram uns dias na casa de um brasileiro que conheceram por lá, até se encontrarem todos de novo para participar do Festival da Ilha de Wight. Foram todos para assistir aos shows, mas, no acampamento do local, faziam jams acústicas que chamavam a atenção de todos a volta. "Gustavo" gravava tudo com um gravador de bolso e, um dia, "Pedro" pegou as fitas e mostrou para o pessoal da organização do festival. Todos foram convidados para tocar em um dos palcos alternativos ao principal, de forma acústica mesmo, dá pra imaginar? assistiram a "The Who", "The Doors", "Sly and the Family Stone", "Ten Years After" (grupo de Alvin Lee), "Chicago", "Jethro Tull" e "Jimi Hendrix". Ainda passariam por Paris alguns dias depois e veriam "Rolling Stones" e "Eric Clapton". Após essa experiência na Europa, os três voltam para o Brasil e contam para "Renato" a decisão de seguir outro caminho, fazer música própria, em português, e parar de fazer covers e versões já que, segundo "Gustavo", "não dava para fazer igual" a esses caras. Passam a compor e ensaiar um novo repertório, próprio, e mudam o nome para "A Bolha". Emblemático foi um show que fizeram logo que voltaram do festival (no ginásio do clube Tamoio e no Clube Mauá em São Gonçalo), no qual tocaram apenas o repertório próprio e o público foi saindo no decorrer do show. A partir desse evento decidem fazer uma mudança mais paulatina, inserindo músicas próprias no repertório antigo. O primeiro grande teste para o novo repertório foi a participação da banda no Festival de Verão de Guarapari, em fevereiro de 1971. A apresentação deles, assim como todo o festival, foi recheada de problemas. A mesa de som foi instalada atrás do palco, houve problemas com o governo militar da época e a banda experienciou problemas com os técnicos de som que desligavam o som toda vez que "Renato Ladeira" girava o microfone imitando o "Roger Daltrey" do "Who". Com a fama adquirida no show com "Gal Costa" e também no festival, são chamados por um produtor da CBS pra tocar no novo LP de "Leno". Este produtor era ninguém menos do que "Raul Seixas" que trabalhava na gravadora nesta época. Eles foram a banda da gravação do álbum "Vida e Obra de Johnny McCartney", que teve várias faixas censuradas pelo governo militar, acabando sendo lançado na época apenas um compacto duplo com 4 faixas. Apenas em 1995, "Leno" lançou o álbum como fora previsto na época. Ainda em 1971, participam do VI Festival Internacional da Canção defendendo a música "18:30" de "Eduardo Souto Neto" e "Geraldo Carneiro". Como era comum na época, era lançado um compacto com as músicas concorrentes no festival e a banda aproveitou e incluiu "Sem Nada" no lado A e ainda "Os Hemadecons Cantavam em Coro Chôôôô" no lado B. O compacto foi lançado pela gravadora Top Tape. Também participaram da gravação do compacto duplo de "Gal Costa", "Gal", em duas músicas: "Zoilógico" e "Vapor Barato". Após quase um ano sem tocar em lugar nenhum, em 1973 lançaram seu primeiro álbum, "Um Passo à Frente", pela gravadora Continental. O álbum traz músicas com um toque mais progressivo, chegando algumas a ter dez minutos de duração. O álbum não foi bem recebido pelo público, tendo vendagem pequena, no Brasil de hoje, como naquela época, ainda existem poucos fãs de rock progressivo. No ano seguinte, participam da gravação do primeiro compacto duplo de "Raul Seixas" com "Não Pare na Pista", "Trem das Sete", "Como Vovó já Dizia" e "Se o Rádio Não Toca", tocando em "Não Pare na Pista" e "Como Vovó já Dizia". Como as coisas esfriaram e ficaram meio fracas, "Gustavo Schroeter" foi para o "Veludo" e "Arnaldo Brandão" saiu da banda. Entram "Serginho Herval" na bateria, e "Roberto Ly" no baixo. Com esta formação, participam do festival Banana Progressiva, em 1975. Ainda em 1975, "Renato Ladeira" deixa a banda para tocar no "Bixo da Seda" e para o seu lugar é escolhido "Marcelo Sussekind". Em 1977 gravam o seu segundo disco, "É Proibido Fumar" cujo som marca uma volta ao rock clássico e ao hard rock, mais próximo do som da "Jovem Guarda". "Renato Ladeira" participaria do disco apenas como compositor. A seguir realizam uma turnê abrindo para "Erasmo Carlos" sendo que, na sequência, tocavam como banda de apoio do artista. Esta turnê contou com a volta de "Renato Ladeira" nos teclados, tornando a banda um quinteto. Durante a turnê a banda grava o álbum novo de "Erasmo", "Pelas Esquinas de Ipanema", que sairia em julho de 1978. Logo após o fim da turnê, a banda encerra as suas atividades. Lembrando que vários componentes da "A Bolha" tocaram com músicos famosos da MPB, como "Caetano Veloso" e "Raul Seixas". Além disso outros grupos surgiram a partir da desfragmentação, como "A Cor do Som", "Herva Doce", "Outra Banda da Terra" (que acompanhou Caetano Veloso), "Roupa Nova" e "Hanói-Hanói", entre outros. Em 2004, o diretor "José Emílio Rondeau" convidou "Renato Ladeira" para ser diretor artístico do seu novo filme, 1972. Renato mostrou algumas músicas que haviam sido censuradas no início dos anos 70 e o diretor se interessou, então ele chamou seus velhos companheiros de banda para gravarem aquelas músicas para o filme. Da reunião acabou surgindo a vontade de gravar um novo disco com aquele material e mais alguns covers, gerando o álbum "É Só Curtir", lançado em 2006, pela gravadora Som Livre. Apesar do lançamento do disco, a banda não chegou a sair em turnê. Em 2010, saiu uma coletânea com todos os singles da banda no mercado europeu, tanto os dois lançados como outros que apenas foram gravados, "The Bubbles - Raw and Unreleased", lançada pela Groovie Records, lembrando que esta coletânea se encontra no download do blog.
"A Bolha" foi uma banda de rock brasileira formada em 1965 no Rio de Janeiro, com o nome "The Bubbles". Participou ativamente do circuito de bailes, programas de rádio e de tv que existiam na capital carioca naquela época. No início tocavam apenas covers ou versões de canções e bandas de sucesso da Europa e dos Estados Unidos, mas, no início dos anos 70, passaram a compor suas próprias canções e chegaram a gravar dois álbuns, o primeiro em 1973, chamado "Um Passo à Frente" e o segundo em 1977, chamado "É Proibido Fumar". Encerraram as atividades em 1978, mas voltaram a ativa em 2004, chegando a gravar um novo álbum em 2006, 
chamado "É Só Curtir", para então pararem novamente.

Mike Harvey, Symphonic Prog, New Zealand



Mike Harvey (também conhecido como Michael Harvey) é um músico, compositor e produtor nascido na Nova Zelândia. Na década de 70 formou o grupo Salty Dogg, lançando um LP em 1977 e logo depois partiu para carreira solo, que durou pouco e resultou em apenas um álbum. Desde então mora na Austrália, onde ainda produz e faz participações em alguns projetos.

A Barca do Sol, Prog Folk, Brazil

"A Barca do Sol" foi uma banda brasileira de rock progressivo formada em 1973 no Rio de Janeiro, procuravam misturar o som progressivo com ritmos brasileiros e iniciou sua carreira como banda de apoio do cantor "Pery Reis". Também conhecida somente como a "Barca" é, seguramente, um dos expoentes máximos da música brasileira. Seu folk-rock inteligente e melodioso, com celos e flautas e as ótimas letras, faz da "Barca" item indispensável em qualquer séria coleção. Devido aos instrumentos utilizados seu som é geralmente comparado com o da banda "Jethro Tull".  Em 1974, a banda lançou seu primeiro álbum, um auto-intitulado lançado pela gravadora Continental, este álbum contou com a participação do compositor e multi-instrumentista "Egberto Gismonti" nas faixas "Arremesso" e "Alaska". Também em 1974, entrou para o grupo o então flautista "Richard Court" (Ritchie), que anos mais tarde se notabilizaria em sua carreira de cantor solo. Após uma participação em um especial para a TVE-RJ, "A Barca do Sol" começou a se tornar conhecida do público. Em 1976, o segundo disco foi lançado, também pela gravadora Continental, intitulado "Durante o Verão". Nesta época, houve uma alteração na formação da banda, saiu "Marcos Stull" (baixo) e "Marcelo Bernardes" (flauta) e entrou "Alain Pierre" (baixo) e David Ganc (flauta). Em suas apresentações, o grupo utilizava textos de poetas da chamada "Geração Marginal", particularmente de "Geraldo Carneiro", "Cacaso" e "João Carlos Pádua". Em 1978, os integrantes da "A Barca do Sol" participaram do LP, "Corra o Risco", que marcou a estréia da cantora "Olivia Byington". O disco contém sucessos do grupo, como "Lady Jane", "Fantasma da Ópera" e "Brilho da Noite", regravados pela cantora, além de canções inéditas que viriam a compor o novo disco do conjunto, "Cavalo Marinho" e "Jardim da Infância". Em 1979, o grupo lançou pelo selo Verão Produções Artísticas o álbum independente "Pirata". Em 1980, fez uma participação especial na faixa "Mais Clara, Mais Crua", do disco "Anjo Vadio", de "Olívia Byngton", vindo a dissolver-se em seguida. Apesar do fim da banda em 1981, vários membros continuariam ativos.  Em 2000, foi lançado uma compilação produzida e remasterizada por "Charles Gavin" (Titãs), chamada de "Dois Momentos", com os álbuns "A Barca Do Sol" e "Durante O Verão", consecutivos.
"A Barca do Sol" foi uma banda brasileira de rock progressivo formada em 1973 no Rio de Janeiro, procuravam misturar o som progressivo com ritmos brasileiros e iniciou sua carreira como banda de apoio do cantor "Pery Reis". Também conhecida somente como a "Barca" é, seguramente, um dos expoentes máximos da música brasileira. Seu folk-rock inteligente e melodioso, com celos e flautas e as ótimas letras, faz da "Barca" item indispensável em qualquer séria coleção. Devido aos instrumentos utilizados seu som é geralmente comparado com o da banda "Jethro Tull".  Em 1974, a banda lançou seu primeiro álbum, um auto-intitulado lançado pela gravadora Continental, este álbum contou com a participação do compositor e multi-instrumentista "Egberto Gismonti" nas faixas "Arremesso" e "Alaska". Também em 1974, entrou para o grupo o então flautista "Richard Court" (Ritchie), que anos mais tarde se notabilizaria em sua carreira de cantor solo. Após uma participação em um especial para a TVE-RJ, "A Barca do Sol" começou a se tornar conhecida do público. Em 1976, o segundo disco foi lançado, também pela gravadora Continental, intitulado "Durante o Verão". Nesta época, houve uma alteração na formação da banda, saiu "Marcos Stull" (baixo) e "Marcelo Bernardes" (flauta) e entrou "Alain Pierre" (baixo) e David Ganc (flauta). Em suas apresentações, o grupo utilizava textos de poetas da chamada "Geração Marginal", particularmente de "Geraldo Carneiro", "Cacaso" e "João Carlos Pádua". Em 1978, os integrantes da "A Barca do Sol" participaram do LP, "Corra o Risco", que marcou a estréia da cantora "Olivia Byington". O disco contém sucessos do grupo, como "Lady Jane", "Fantasma da Ópera" e "Brilho da Noite", regravados pela cantora, além de canções inéditas que viriam a compor o novo disco do conjunto, "Cavalo Marinho" e "Jardim da Infância". Em 1979, o grupo lançou pelo selo Verão Produções Artísticas o álbum independente "Pirata". Em 1980, fez uma participação especial na faixa "Mais Clara, Mais Crua", do disco "Anjo Vadio", de "Olívia Byngton", vindo a dissolver-se em seguida. Apesar do fim da banda em 1981, vários membros continuariam ativos.  Em 2000, foi lançado uma compilação produzida e remasterizada por "Charles Gavin" (Titãs), chamada de "Dois Momentos", com os álbuns "A Barca Do Sol" e "Durante O Verão", consecutivos.
"A Barca do Sol" foi uma banda brasileira de rock progressivo formada em 1973 no Rio de Janeiro, procuravam misturar o som progressivo com ritmos brasileiros e iniciou sua carreira como banda de apoio do cantor "Pery Reis". Também conhecida somente como a "Barca" é, seguramente, um dos expoentes máximos da música brasileira. Seu folk-rock inteligente e melodioso, com celos e flautas e as ótimas letras, faz da "Barca" item indispensável em qualquer séria coleção. Devido aos instrumentos utilizados seu som é geralmente comparado com o da 
banda "Jethro Tull". 
Em 1974, a banda lançou seu primeiro álbum, um auto-intitulado lançado pela gravadora Continental, este álbum contou com a participação do compositor e multi-instrumentista "Egberto Gismonti" nas faixas "Arremesso" e "Alaska". Também em 1974, entrou para o grupo o então flautista "Richard Court" (Ritchie), 
que anos mais tarde se notabilizaria em sua carreira de cantor solo.

Albatross, Psychedelic/Space Rock, Australia

"Albatross" (não confundir com as duas bandas americanas, uma de hard rock, e a outra de symphonic prog, com o mesmo nome) foi uma banda australiana formada em setembro de 1972 após o colapso do lendário grupo de Sydney, "Tamam Shud". A formação original consistia em três músicos, o vocalista e guitarrista "Lindsay Bjerre" / o baixista "Peter Baron" (ambos ex membros do "Tamam Shud") e o baterista "Kim Bryant" (ex "Country Radio"). Seu som era um progressivo psicodélico, como o "Tamam Shud", mas com elementos de folk e música country, bem como uma série de outras bandas contemporâneas da Austrália, como "Country Radio", "The Flying Circus" e "The Dingoes. "Albatross" apareceu regularmente em apresentações no Memorial Hall, nos subúrbios de Sydney, Mona Vale. No ano novo, de 1972 pra 1973, "Albatross" tocou no Bungool Festival na cidade de Windsor-NSW, que devido à má organização, ouve um conflito com o conselho local e o primeiro dia foi cancelado. No início de 1973 o grupo adotou uma vocalista, "Simone" (esposa de "Bjerre"), e em abril se juntaram a eles o multi-instrumentista "Richard Lockwood" do grupo "Tully", e que também tocou na última fase do "Tamam Shud". Com esta formação foi lançado em 1973 o único álbum, "A Breath Of Fresh Air", distribuído pelo selo Warner Reprise. contou com a ajuda também de "Gary Friedrich" (slide guitar), "Pirana Kit Greig" (organ) e "Chris Blanchflower" do "Country Radio" (gaita). Este belo álbum foi remasterizado e relançado em CD, e ao mesmo tempo, o LP original tornou-se muito valioso para colecionadores, passa de U$100. Depois de apoiar "Frank Zappa" durante sua primeira turnê australiana em julho de 1973, a banda se separou. "Lindsay Bjerre" passou os próximos anos viajando, periodicamente, relatando que escreveu uma ópera rock, e ainda estudou a arte da mímica na Inglaterra com lenda teatral "Lindsay Kemp". Ele reapareceu em 1977 sob o nome "Bjerre" e com o apoio da "Countdown", lançou o single "She Taught Me How To Love Again".
"Albatross" (não confundir com as duas bandas americanas, uma de hard rock, e a outra de symphonic prog, com o mesmo nome) foi uma banda australiana formada em setembro de 1972 após o colapso do lendário grupo de Sydney, "Tamam Shud". A formação original consistia em três músicos, o vocalista e guitarrista "Lindsay Bjerre" / o baixista "Peter Baron" (ambos ex membros do "Tamam Shud") e o baterista "Kim Bryant" (ex "Country Radio"). Seu som era um progressivo psicodélico, como o "Tamam Shud", mas com elementos de folk e música country, bem como uma série de outras bandas contemporâneas da Austrália, como "Country Radio", "The Flying Circus" e "The Dingoes. "Albatross" apareceu regularmente em apresentações no Memorial Hall, nos subúrbios de Sydney, Mona Vale. No ano novo, de 1972 pra 1973, "Albatross" tocou no Bungool Festival na cidade de Windsor-NSW, que devido à má organização, ouve um conflito com o conselho local e o primeiro dia foi cancelado. No início de 1973 o grupo adotou uma vocalista, "Simone" (esposa de "Bjerre"), e em abril se juntaram a eles o multi-instrumentista "Richard Lockwood" do grupo "Tully", e que também tocou na última fase do "Tamam Shud". Com esta formação foi lançado em 1973 o único álbum, "A Breath Of Fresh Air", distribuído pelo selo Warner Reprise. contou com a ajuda também de "Gary Friedrich" (slide guitar), "Pirana Kit Greig" (organ) e "Chris Blanchflower" do "Country Radio" (gaita). Este belo álbum foi remasterizado e relançado em CD, e ao mesmo tempo, o LP original tornou-se muito valioso para colecionadores, passa de U$100. Depois de apoiar "Frank Zappa" durante sua primeira turnê australiana em julho de 1973, a banda se separou. "Lindsay Bjerre" passou os próximos anos viajando, periodicamente, relatando que escreveu uma ópera rock, e ainda estudou a arte da mímica na Inglaterra com lenda teatral "Lindsay Kemp". Ele reapareceu em 1977 sob o nome "Bjerre" e com o apoio da "Countdown", lançou o single "She Taught Me How To Love Again".
"Albatross" (não confundir com as duas bandas americanas, uma de hard rock, e a outra de symphonic prog, com o mesmo nome) foi uma banda australiana formada em setembro de 1972 após o colapso do lendário grupo de Sydney, "Tamam Shud". A formação original consistia em três músicos, o vocalista e guitarrista "Lindsay Bjerre" / o baixista "Peter Baron" (ambos ex membros do "Tamam Shud") e o baterista "Kim Bryant" (ex "Country Radio"). Seu som era um progressivo psicodélico, como o "Tamam Shud", mas com elementos de folk e música country, bem como uma série de outras bandas contemporâneas da Austrália, como "Country Radio", "The Flying Circus" e "The Dingoes. "Albatross" apareceu regularmente em apresentações no Memorial Hall, nos subúrbios de Sydney, Mona Vale. No ano novo, de 1972 pra 1973, "Albatross" tocou no Bungool Festival na cidade de Windsor-NSW, que devido à má organização, ouve um conflito com o conselho local 
e o primeiro dia foi cancelado. 

Honky Boo Band, Eclectic Prog, Denmark


Esse é o único e quase desconhecido disco da 
banda dinamarquesa ''Honky Boo Band''. 

Trata-se de um disco muito raro que foi lançado em 1979 somente na Dinamarca de forma privada pelo selo ''Eget Forlag'' em LP (Cat. NCB - HBB 1). 
As cópias foram feitas na Inglaterra.

Albatros, Heavy Prog, Spain

"Albatros" (não confundir com a banda italiana de rock progressivo e a banda alemã de eclectic prog com o mesmo nome) é uma banda espanhola de heavy prog formada em 2000 na cidade de Igualada (perto de Barcelona).  Em 2002 eles lançaram sua primeira demo, "¿Quién colgó a los lobos?", e depois de muitas mudanças na formação, a banda só foi ganhar estabilidade em 2006 com "Javi Fernández" (guitarra e vocal), "Red Pèrill" (teclados, vocais), "Juanito" (baixo), "Marc González Rossel" (guitarra, vocais) e "Tolo Gabarró" (bateria). Em 2008 lançaram seu primeiro álbum de estúdio, "Pentadelia", onde eles conseguiram misturar influências de psicodelia, hard rock e progressivo de uma forma muito interessante, também conta com uma vasta gama de influências literárias e de cinema presentes em sua obra. Em 2011 lançaram seu segundo álbum, "Ursus", distribuído pelo selo francês Muse Parallèle, este recebeu muitos elogios, de todos os lados do mundo no campo do progressivo. Em 2014 lançaram seu terceiro álbum, "Mundo Bosque", produzido por "Magí Batalla" e distribuido elo selo Mylodon Records. O álbum de 2011, "Ursus", é o meu favorito, digno da atualidade com composições que não são excessivamente complexas, com muitos instrumentais desnecessários, mas que oferece um lado musical único da banda, recomendo.
"Albatros" (não confundir com a banda italiana de rock progressivo e a banda alemã de eclectic prog com o mesmo nome) é uma banda espanhola de heavy prog formada em 2000 na cidade de Igualada (perto de Barcelona).  Em 2002 eles lançaram sua primeira demo, "¿Quién colgó a los lobos?", e depois de muitas mudanças na formação, a banda só foi ganhar estabilidade em 2006 com "Javi Fernández" (guitarra e vocal), "Red Pèrill" (teclados, vocais), "Juanito" (baixo), "Marc González Rossel" (guitarra, vocais) e "Tolo Gabarró" (bateria). Em 2008 lançaram seu primeiro álbum de estúdio, "Pentadelia", onde eles conseguiram misturar influências de psicodelia, hard rock e progressivo de uma forma muito interessante, também conta com uma vasta gama de influências literárias e de cinema presentes em sua obra. Em 2011 lançaram seu segundo álbum, "Ursus", distribuído pelo selo francês Muse Parallèle, este recebeu muitos elogios, de todos os lados do mundo no campo do progressivo. Em 2014 lançaram seu terceiro álbum, "Mundo Bosque", produzido por "Magí Batalla" e distribuido elo selo Mylodon Records. O álbum de 2011, "Ursus", é o meu favorito, digno da atualidade com composições que não são excessivamente complexas, com muitos instrumentais desnecessários, mas que oferece um lado musical único da banda, recomendo.
"Albatros" (não confundir com a banda italiana de rock progressivo e a banda alemã de eclectic prog com o mesmo nome) é uma banda espanhola de heavy prog formada em 2000 na cidade de Igualada (perto de Barcelona).  Em 2002 eles lançaram sua primeira demo, "¿Quién colgó a los lobos?", e depois de muitas mudanças na formação, a banda só foi ganhar estabilidade em 2006 com "Javi Fernández" (guitarra e vocal), "Red Pèrill" (teclados, vocais), "Juanito" (baixo), "Marc González Rossel" (guitarra, vocais) e "Tolo Gabarró" (bateria). Em 2008 lançaram seu primeiro álbum de estúdio, "Pentadelia", onde eles conseguiram misturar influências de psicodelia, hard rock e progressivo de uma forma muito interessante, também conta com uma vasta gama de influências literárias e de cinema presentes em sua obra. Em 2011 lançaram seu segundo álbum, "Ursus", distribuído pelo selo francês Muse Parallèle, este recebeu muitos elogios, de todos os lados do mundo no campo do progressivo. Em 2014 lançaram seu terceiro álbum, "Mundo Bosque", produzido por "Magí Batalla" e distribuido elo selo Mylodon Records. O álbum de 2011, "Ursus", é o meu favorito, digno da atualidade com composições que não são excessivamente complexas, com muitos instrumentais desnecessários, mas que oferece um lado musical único da banda, recomendo.
"Albatros" (não confundir com a banda italiana de rock progressivo e a banda alemã de eclectic prog com o mesmo nome) é uma banda espanhola de heavy prog formada em 2000 
na cidade de Igualada (perto de Barcelona). 

Alpha Ralpha, Eclectic Prog, France

"Alpha Ralpha" foi uma banda francesa de curta duração, formada em meados dos anos setenta, com "Michel Mareska" na guitarra elétrica, "Claude Alvarez-Peryre" nas guitarras eléctricas e acústicas, "Jean Alain Gardet" nos teclados, "Charlie Charriras" no baixo e "Emmanuel Lacordaire" na percussão. Em seu único álbum, mais quatro músicos apareceram, "Francois Bréant" no piano e synth, "Jean de Anthony" e "Claude Samard" nas guitarras, e "Jean-Jaques Goldman" nos vocais. "Claude Alvarez-Peryre", um co-fundador do grupo era um membro da banda "Malicorne", enquanto "Jean Alain Gardet" e "Jean-Jaques Goldman" foram os membros da "Tai Phong". A banda lançou apenas um álbum, o LP auto-intitulado lançado pela Warner no Canadá e na França, em 1977. Sua música pode ser descrita como uma mistura de jazz rock e a tipica sinfonia do prog francês, onde as guitarras e teclados dominam as melodias em sua maior parte, com uso ocasional de vibrafone e marimba, e belas harmonias vocais, recomendo.
"Alpha Ralpha" foi uma banda francesa de curta duração, formada em meados dos anos setenta, com "Michel Mareska" na guitarra elétrica, "Claude Alvarez-Peryre" nas guitarras eléctricas e acústicas, "Jean Alain Gardet" nos teclados, "Charlie Charriras" no baixo e "Emmanuel Lacordaire" na percussão. Em seu único álbum, mais quatro músicos apareceram, "Francois Bréant" no piano e synth, "Jean de Anthony" e "Claude Samard" nas guitarras, e "Jean-Jaques Goldman" nos vocais.
"Claude Alvarez-Peryre", um co-fundador do grupo era um membro da banda "Malicorne", enquanto "Jean Alain Gardet" e "Jean-Jaques Goldman" foram os membros da "Tai Phong".

June Wallack, Prog Folk, Canada


Mais uma pérola vinda do Canadá, este de Montreal. June Wallack teve uma rápida carreira musical nos anos 70, lançando um único e raro álbum em 1976, com participação de músicos da Ville Emard Blues Band e Guillotine. Atualmente trabalha como narradora e atriz no país.

Olive, Heavy Prog, Japan


Pérola obscura vinda do Japão, a banda Olive foi ativa em meados dos anos 70, lançando um único e raro álbum em 1976 de forma independente e até hoje não relançado. Segundo informações do próprio LP se tratava de uma dupla entre a vocalista Keiko Ohtsuka e guitarrista Masamitsu Nakanowatari, contando com vários músicos convidados.

Alan Jack Civilization, Blues Rock/Fusion, France

"Alan Jack Civilization" foi um grupo de blues rock formado na frança em 1969 por "Alan Jack (Jack Braud), só lançou um único álbum em 1969 pelo selo BYG records, chamado "Bluesy Mind". Esse álbum foi re-lançado em CD em 1997 pelo selo Spalax music. Pouca informação sobre os caras se acha por aí. Lançaram também em 1969 como single as canções “Shame on You” e “Baby Don’t You Come Back Home” e seu som é um blues psicodélico com uma pegada bem acid-rock. Guitarra fuzz contrastando com sons aveludados de piano, gaita detonando em algumas faixas e aqueles boogies empolgantes típico das melhores blues-bands do período. A banda participou do cast do "Amougies Pop and Jazz Festival", que rolou em 1969 na Bélgica ao lado de nomes como "Soft Machine", "Pretty Things", "Colosseum" e "Yes". Destaque para a faixa “Some People” and “The Way to the Hells”, com um riff rasgado e quente. Infelizmente a banda se desfez em 1970, "Alan Jack" (Jack Braud) também tocou em bandas como, "Les Gentlemen", "Alan Jack Group", "Zig-Zag", "Alan-Jack Mutation", "Magnum", "Alan Jack And The Nordett's" e "Alan Jack Post-Civilization". Porrada na mulera, recomendo.
"Alan Jack Civilization" foi um grupo de blues rock formado na frança em 1969 por "Alan Jack (Jack Braud), só lançou um único álbum em 1969 pelo selo BYG records, chamado "Bluesy Mind". Esse álbum foi re-lançado em CD em 1997 pelo selo Spalax music. Pouca informação sobre os caras se acha por aí. Lançaram também em 1969 como single as canções “Shame on You” e “Baby Don’t You Come Back Home” e seu som é um blues psicodélico com uma pegada bem acid-rock. Guitarra fuzz contrastando com sons aveludados de piano, gaita detonando em algumas faixas e aqueles boogies empolgantes típico das melhores blues-bands do período. A banda participou do cast do "Amougies Pop and Jazz Festival", que rolou em 1969 na Bélgica ao lado de nomes como "Soft Machine", "Pretty Things", "Colosseum" e "Yes". Destaque para a faixa “Some People” and “The Way to the Hells”, com um riff rasgado e quente. Infelizmente a banda se desfez em 1970, "Alan Jack" (Jack Braud) também tocou em bandas como, "Les Gentlemen", "Alan Jack Group", "Zig-Zag", "Alan-Jack Mutation", "Magnum", "Alan Jack And The Nordett's" e "Alan Jack Post-Civilization". Porrada na mulera, recomendo.
"Alan Jack Civilization" foi um grupo de blues rock formado na frança em 1969 por "Alan Jack (Jack Braud), só lançou um único álbum em 1969 pelo selo BYG records, chamado "Bluesy Mind". Esse álbum foi re-lançado em CD em 1997 pelo selo Spalax music. Pouca informação sobre os caras se acha por aí.

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