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A Cor do Som, Jazz Rock/Fusion, Brazil

"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso".

"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) 
"Ary Dias" passa a fazer parte do grupo.
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns para 
download do meu blog, não recomendo o resto da obra.
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental.
Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello).
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
O espetáculo gerou o CD e DVD 
"A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. 
A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.

"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
DISCOGRAFIA:
1977 - A Cor do Som
1978 - A Cor do Som ao vivo no Montreux International Jazz Festival
1979 - Frutificar
1980 - Transe Total
1981 - Mudança de estação
1982 - Magia tropical
1983 - As quatro fases do amor
1984 - Intuição
1985 - O som da Cor
1986 - Gosto do Prazer
1996 - A Cor do Som ao vivo no Circo
2005 - A Cor do Som Acústico, CD e DVD

MAIS INFORMAÇÕES:
Wikipedia



A Cor do Som 1977
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
FAIXAS:
1. Arpoador (4:34)
2. Na Onda Do Rio (4:19)
3. Tigresa (3:04)
4. De Tarde Na Liberdade (3:45)
5. A Cor do Som (3:21)
6. Sambavishnu (3:21)
7. Espírito Infantil (2:10)
8. Bodoque (3:23)
9. Conversando é Que A Gente Se Entende (2:23)
10. Odeon (2:39)
11. Pique Esconde (3:15)
Total Time: 36:41

MEMBROS:
-Armandinho: guitarra, guitarra baiana e vocal
-Dadi: baixo, violão e vocal
-Mú Carvalho: teclados e vocal
-Gustavo Schroeter: bateria 
convidados
-Ary Dias: percussão
-Joãozinho: percussão
-Nenen: percussão




A Cor do Som ao vivo no 
Montreux International Jazz Festival 1978
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
FAIXAS:
1. Dança  Saci (2:59)
2. Chegando Da Terra (5:06)
3. Arpoador (10:51)
4. Cochabamba (6:50)
5. Brejeiro (3:40)
6. Espírito Infantil (2:22)
7. Festa Na Rua (2:48)
8. Eleanor Rigby (3:48)
Total Time: 38:50

MEMBROS:
-Armandinho: guitarra baiana
-Dadi: baixo
-Mú Carvalho: teclados
-Ary Dias: percussão
convidados
-Aroldo Macedo: guitarra baiana
-André Macedo: surdo




Frutificar 1979
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
FAIXAS:
1. Frutificar (5:10)
2. Abri A Porta (4:36)
3. Assanhado (3:35)
4. Suingue Menina (4:06)
5. Itacimirim (2:49)
6. Beleza Pura (4:15)
7. Pororocas (3:39)
8. Ticaricuriquetô (3:32)
9. Viver Pra Sorrir (2:05)
10. Frutificar (II) (3:14)
Total Time: 37: 41

MEMBROS:
-Armandinho: guitarra, guitarra baiana, bandolim acústico e vocal
-Dadi: baixo, violão e vocal
-Mú Carvalho: pianos elétrico e acústico, órgão, sintetizador e vocal
-Gustavo Schroeter: bateria e percussão
-Ary Dias: percussão
convidados
-Nivaldo Ornelas: sax soprano
-Luis Brasil: craviola
-Márcio Eymard: violoncelo
-Bernardo Bessler: violino
-Mauro Senise: flauta
-Ricardo Pontes: flauta
-Celso Woltozowel: flauta
-Paulo Roberto: piston
-Márcio Montarroyos: piston
-Maurílio da Silva Santos: piston
-Antonio Pereira: trombone
-Joãozinho: percussão
-Brás: oboé
-Carlinhos da Mocidade: percussão
-Testa: percussão
-Maria Aparecida: vocais
-Maria Rita: vocais
-Maria Helena: vocais) 
-Orquestra de Cordas WEA

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