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Ávora Di Carlla, Eclectic Prog, Brazil

"Ávora Di Carlla" é uma banda brasileira de Rock Progressivo da cidade de Vitória, no Espirito Santo, formada na década de noventa pelo cantor, compositor e letrista "Gustavo Caverzan". Oficialmente pode-se considerar o ano de 1998 como o do início da banda, apesar de que as composições do Gustavo já estavam em criação latente durante a década de 90, apenas como voz e violão até que aos poucos várias pessoas foram se aproximando do projeto  e o embrião de  um coletivo musical voltado especificamente para gravações em estúdio surgiu. Foi em 1998 que a banda fez a sua única apresentação até hoje e descrita pelo próprio Gustavo como pequena, confusa e direcionada para divulgar outras bandas, nas quais eles acabaram entrando na ultima hora e tocaram algumas das primeiras composições.  Preferem identificar portanto o projeto Ávora di Carlla como um projeto de estúdio, pois os ensaios e encontros realizados foram sempre direcionados para a produção do disco e do próximo que virá;  na verdade é uma obra única intitulada  "O Velho, A Carne E A Psicodélica Árvore Do Imaculado Ventre Da Terra" com sete partes no volume 1 e mais três no volume dois totalizando 10 partes. Segundo as palavras de Gustavo, a obra em sua totalidade nos sugere pensar pela afecção da habitação poética contida em seu mito, a dinâmica do existir humano na sua responsabilidade para com a construção de si mesmo. Assim, as imagens que mostram as experiências de abismo (dor) e cume (obra de vida), são formadas em um movimento cujo itinerário vai do crepúsculo à aurora (Disco I) e da aurora ao crepúsculo (Volume II).. Elas abordam as tensões entre um conceito incoerente, por um lado, e a clareza cristalina e imaginação sem limites da música no outro. Do ponto de vista puramente musical, o seu apelo eclético deriva de constantes mudanças desde prog sinfônico, jazz, blues lentos, passagens acústicas bucólicas, space rock, avantgarde e arte da música ocidental, cheio de teclados, num clima orquestral prog sinfônico mesclado a uma atmosfera jazz, com forte influência europeia. Instrumentistas competentes, cantores e músicos com técnica e sentimento. O sagrado e o profano se fundem em meio as faixas deste álbum conceitual com climas densos, suaves, e cheios de mistérios. Esse primeiro disco foi lançado em 2010 e o próximo ainda está em elaboração, sendo que o primeiro disco e as duas primeiras faixas do segundo já estão disponíveis para download, apenas dessa forma, pois não existe em CD físico, pelo menos por enquanto. O núcleo de músicos envolvidos na base do projeto consistia em "Gustavo Caverzan" (vocal e composição), "Rogério Bezerra" (teclados e produção musical), "Luiger Lima" (bateria), "Carlos Anderson" (baixo)  "Flávio Veronez" (guitarras) e Geógenes dos Santos (captação técnica do áudio). A esse núcleo básico foram adicionados durante a produção o  maestro Helder Trefzger e o técnico de gravação e musico Ricardo Mendes, que finalizou a gravação e mixou o disco. Gustavo faz questão de frisar que  o projeto foi também sustentado pela genialidade de outras pessoas: os vocais espetaculares produzidos por Emmerson Nogueira e Juliana Matias, a narração fenomenal do ator Ednardo Pinheiro, a participação de Igor Awad e Claudio Bocca no Canto, a presença do grande guitarrista Rodrigo Marçal e a incrível participação de músicos geniais que compuseram o corpo da orquestra.  A banda nunca se propôs a produzir um álbum conceitual de rock progressivo mas  foram as próprias composições (em sua disposição de fala), que solicitaram a sua plasticidade sonora, musical. A maior preocupação foi conduzir as produções elaboradas pela banda no esforço de atender a essa solicitação, ou seja, de poder comportar musicalmente um repertório de imagens dentro de uma progressão temática a representar vários cenários poéticos inseridos numa grande estória. E assim, de acordo com Gustavo, eles seguiram e o resultado disso é lido hoje pela via do rock progressivo, proposta a qual ele particularmente se identifica muito sentindo-se honrado por participar dessa vertente musical tão extraordinária, e de poder conquistar a sua permissão desde dentro da obra Ávora Di Carlla. Após o lançamento do Volume II, Gustavo pretende publicar um livro com as suas considerações hermenêuticas sobre a obra Ávora Di Carlla em sua unidade."Ávora Di Carlla" é uma banda brasileira de Rock Progressivo da cidade de Vitória, no Espirito Santo, formada na década de noventa pelo cantor, compositor e letrista "Gustavo Caverzan". Oficialmente pode-se considerar o ano de 1998 como o do início da banda, apesar de que as composições do Gustavo já estavam em criação latente durante a década de 90, apenas como voz e violão até que aos poucos várias pessoas foram se aproximando do projeto e o embrião de um coletivo musical voltado especificamente para gravações em estúdio surgiu. Foi em 1998 que a banda fez a sua única apresentação até hoje e descrita pelo próprio Gustavo como pequena, confusa e direcionada para divulgar outras bandas, nas quais eles acabaram entrando na ultima hora e tocaram algumas das primeiras composições. 

Preferem identificar portanto o projeto Ávora di Carlla como um projeto de estúdio, pois os ensaios e encontros realizados foram sempre direcionados para a produção do disco e do próximo que virá; na verdade é uma obra única intitulada "O Velho, A Carne E A Psicodélica Árvore Do Imaculado Ventre Da Terra" com sete partes no volume 1 e mais três no volume dois totalizando 10 partes. Segundo as palavras de Gustavo, a obra em sua totalidade nos sugere pensar pela afecção da habitação poética contida em seu mito, a dinâmica do existir humano na sua responsabilidade para com a construção de si mesmo. Assim, as imagens que mostram as experiências de abismo (dor) e cume (obra de vida), são formadas em um movimento cujo itinerário vai do crepúsculo à aurora (Disco I) e da aurora ao crepúsculo (Volume II).. Elas abordam as tensões entre um conceito incoerente, por um lado, e a clareza cristalina e imaginação sem limites da música no outro. Do ponto de vista puramente musical, o seu apelo eclético deriva de constantes mudanças desde prog sinfônico, jazz, blues lentos, passagens acústicas bucólicas, space rock, avantgarde e arte da música ocidental, cheio de teclados, num clima orquestral prog sinfônico mesclado a uma atmosfera jazz, com forte influência europeia. Instrumentistas competentes, cantores e músicos com técnica e sentimento. O sagrado e o profano se fundem em meio as faixas deste álbum conceitual 
com climas densos, suaves, e cheios de mistérios.

"Ávora Di Carlla" é uma banda brasileira de Rock Progressivo da cidade de Vitória, no Espirito Santo, formada na década de noventa pelo cantor, compositor e letrista "Gustavo Caverzan". Oficialmente pode-se considerar o ano de 1998 como o do início da banda, apesar de que as composições do Gustavo já estavam em criação latente durante a década de 90, apenas como voz e violão até que aos poucos várias pessoas foram se aproximando do projeto  e o embrião de  um coletivo musical voltado especificamente para gravações em estúdio surgiu. Foi em 1998 que a banda fez a sua única apresentação até hoje e descrita pelo próprio Gustavo como pequena, confusa e direcionada para divulgar outras bandas, nas quais eles acabaram entrando na ultima hora e tocaram algumas das primeiras composições.  Preferem identificar portanto o projeto Ávora di Carlla como um projeto de estúdio, pois os ensaios e encontros realizados foram sempre direcionados para a produção do disco e do próximo que virá;  na verdade é uma obra única intitulada  "O Velho, A Carne E A Psicodélica Árvore Do Imaculado Ventre Da Terra" com sete partes no volume 1 e mais três no volume dois totalizando 10 partes. Segundo as palavras de Gustavo, a obra em sua totalidade nos sugere pensar pela afecção da habitação poética contida em seu mito, a dinâmica do existir humano na sua responsabilidade para com a construção de si mesmo. Assim, as imagens que mostram as experiências de abismo (dor) e cume (obra de vida), são formadas em um movimento cujo itinerário vai do crepúsculo à aurora (Disco I) e da aurora ao crepúsculo (Volume II).. Elas abordam as tensões entre um conceito incoerente, por um lado, e a clareza cristalina e imaginação sem limites da música no outro. Do ponto de vista puramente musical, o seu apelo eclético deriva de constantes mudanças desde prog sinfônico, jazz, blues lentos, passagens acústicas bucólicas, space rock, avantgarde e arte da música ocidental, cheio de teclados, num clima orquestral prog sinfônico mesclado a uma atmosfera jazz, com forte influência europeia. Instrumentistas competentes, cantores e músicos com técnica e sentimento. O sagrado e o profano se fundem em meio as faixas deste álbum conceitual com climas densos, suaves, e cheios de mistérios. Esse primeiro disco foi lançado em 2010 e o próximo ainda está em elaboração, sendo que o primeiro disco e as duas primeiras faixas do segundo já estão disponíveis para download, apenas dessa forma, pois não existe em CD físico, pelo menos por enquanto. O núcleo de músicos envolvidos na base do projeto consistia em "Gustavo Caverzan" (vocal e composição), "Rogério Bezerra" (teclados e produção musical), "Luiger Lima" (bateria), "Carlos Anderson" (baixo)  "Flávio Veronez" (guitarras) e Geógenes dos Santos (captação técnica do áudio). A esse núcleo básico foram adicionados durante a produção o  maestro Helder Trefzger e o técnico de gravação e musico Ricardo Mendes, que finalizou a gravação e mixou o disco. Gustavo faz questão de frisar que  o projeto foi também sustentado pela genialidade de outras pessoas: os vocais espetaculares produzidos por Emmerson Nogueira e Juliana Matias, a narração fenomenal do ator Ednardo Pinheiro, a participação de Igor Awad e Claudio Bocca no Canto, a presença do grande guitarrista Rodrigo Marçal e a incrível participação de músicos geniais que compuseram o corpo da orquestra.  A banda nunca se propôs a produzir um álbum conceitual de rock progressivo mas  foram as próprias composições (em sua disposição de fala), que solicitaram a sua plasticidade sonora, musical. A maior preocupação foi conduzir as produções elaboradas pela banda no esforço de atender a essa solicitação, ou seja, de poder comportar musicalmente um repertório de imagens dentro de uma progressão temática a representar vários cenários poéticos inseridos numa grande estória. E assim, de acordo com Gustavo, eles seguiram e o resultado disso é lido hoje pela via do rock progressivo, proposta a qual ele particularmente se identifica muito sentindo-se honrado por participar dessa vertente musical tão extraordinária, e de poder conquistar a sua permissão desde dentro da obra Ávora Di Carlla. Após o lançamento do Volume II, Gustavo pretende publicar um livro com as suas considerações hermenêuticas sobre a obra Ávora Di Carlla em sua unidade.Esse primeiro disco foi lançado em 2010 e o próximo ainda está em elaboração, sendo que o primeiro disco e as duas primeiras faixas do segundo já estão disponíveis para download no site oficial da banda, apenas dessa forma, pois não existe em CD físico, pelo menos por enquanto. O núcleo de músicos envolvidos na base do projeto consistia em "Gustavo Caverzan" (vocal e composição), "Rogério Bezerra" (teclados e produção musical), "Luiger Lima" (bateria), "Carlos Anderson" (baixo) "Flávio Veronez" (guitarras) e Geógenes dos Santos (captação técnica do áudio). A esse núcleo básico foram adicionados durante a produção o maestro Helder Trefzger e o técnico de gravação e musico Ricardo Mendes, que finalizou a gravação e mixou o disco. Gustavo faz questão de frisar que o projeto foi também sustentado pela genialidade de outras pessoas: os vocais espetaculares produzidos por Emmerson Nogueira e Juliana Matias, a narração fenomenal do ator Ednardo Pinheiro, a participação de Igor Awad e Claudio Bocca no Canto, a presença do grande guitarrista Rodrigo Marçal e a incrível participação de músicos geniais que compuseram o corpo da orquestra. 

"Ávora Di Carlla" é uma banda brasileira de Rock Progressivo da cidade de Vitória, no Espirito Santo, formada na década de noventa pelo cantor, compositor e letrista "Gustavo Caverzan". Oficialmente pode-se considerar o ano de 1998 como o do início da banda, apesar de que as composições do Gustavo já estavam em criação latente durante a década de 90, apenas como voz e violão até que aos poucos várias pessoas foram se aproximando do projeto  e o embrião de  um coletivo musical voltado especificamente para gravações em estúdio surgiu. Foi em 1998 que a banda fez a sua única apresentação até hoje e descrita pelo próprio Gustavo como pequena, confusa e direcionada para divulgar outras bandas, nas quais eles acabaram entrando na ultima hora e tocaram algumas das primeiras composições.  Preferem identificar portanto o projeto Ávora di Carlla como um projeto de estúdio, pois os ensaios e encontros realizados foram sempre direcionados para a produção do disco e do próximo que virá;  na verdade é uma obra única intitulada  "O Velho, A Carne E A Psicodélica Árvore Do Imaculado Ventre Da Terra" com sete partes no volume 1 e mais três no volume dois totalizando 10 partes. Segundo as palavras de Gustavo, a obra em sua totalidade nos sugere pensar pela afecção da habitação poética contida em seu mito, a dinâmica do existir humano na sua responsabilidade para com a construção de si mesmo. Assim, as imagens que mostram as experiências de abismo (dor) e cume (obra de vida), são formadas em um movimento cujo itinerário vai do crepúsculo à aurora (Disco I) e da aurora ao crepúsculo (Volume II).. Elas abordam as tensões entre um conceito incoerente, por um lado, e a clareza cristalina e imaginação sem limites da música no outro. Do ponto de vista puramente musical, o seu apelo eclético deriva de constantes mudanças desde prog sinfônico, jazz, blues lentos, passagens acústicas bucólicas, space rock, avantgarde e arte da música ocidental, cheio de teclados, num clima orquestral prog sinfônico mesclado a uma atmosfera jazz, com forte influência europeia. Instrumentistas competentes, cantores e músicos com técnica e sentimento. O sagrado e o profano se fundem em meio as faixas deste álbum conceitual com climas densos, suaves, e cheios de mistérios. Esse primeiro disco foi lançado em 2010 e o próximo ainda está em elaboração, sendo que o primeiro disco e as duas primeiras faixas do segundo já estão disponíveis para download, apenas dessa forma, pois não existe em CD físico, pelo menos por enquanto. O núcleo de músicos envolvidos na base do projeto consistia em "Gustavo Caverzan" (vocal e composição), "Rogério Bezerra" (teclados e produção musical), "Luiger Lima" (bateria), "Carlos Anderson" (baixo)  "Flávio Veronez" (guitarras) e Geógenes dos Santos (captação técnica do áudio). A esse núcleo básico foram adicionados durante a produção o  maestro Helder Trefzger e o técnico de gravação e musico Ricardo Mendes, que finalizou a gravação e mixou o disco. Gustavo faz questão de frisar que  o projeto foi também sustentado pela genialidade de outras pessoas: os vocais espetaculares produzidos por Emmerson Nogueira e Juliana Matias, a narração fenomenal do ator Ednardo Pinheiro, a participação de Igor Awad e Claudio Bocca no Canto, a presença do grande guitarrista Rodrigo Marçal e a incrível participação de músicos geniais que compuseram o corpo da orquestra.  A banda nunca se propôs a produzir um álbum conceitual de rock progressivo mas  foram as próprias composições (em sua disposição de fala), que solicitaram a sua plasticidade sonora, musical. A maior preocupação foi conduzir as produções elaboradas pela banda no esforço de atender a essa solicitação, ou seja, de poder comportar musicalmente um repertório de imagens dentro de uma progressão temática a representar vários cenários poéticos inseridos numa grande estória. E assim, de acordo com Gustavo, eles seguiram e o resultado disso é lido hoje pela via do rock progressivo, proposta a qual ele particularmente se identifica muito sentindo-se honrado por participar dessa vertente musical tão extraordinária, e de poder conquistar a sua permissão desde dentro da obra Ávora Di Carlla. Após o lançamento do Volume II, Gustavo pretende publicar um livro com as suas considerações hermenêuticas sobre a obra Ávora Di Carlla em sua unidade.A banda nunca se propôs a produzir um álbum conceitual de rock progressivo mas foram as próprias composições (em sua disposição de fala), que solicitaram a sua plasticidade sonora, musical. A maior preocupação foi conduzir as produções elaboradas pela banda no esforço de atender a essa solicitação, ou seja, de poder comportar musicalmente um repertório de imagens dentro de uma progressão temática a representar vários cenários poéticos inseridos numa grande estória. E assim, de acordo com Gustavo, eles seguiram e o resultado disso é lido hoje pela via do rock progressivo, proposta a qual ele particularmente se identifica muito sentindo-se honrado por participar dessa vertente musical tão extraordinária, e de poder conquistar a sua permissão desde dentro da obra Ávora Di Carlla. Após o lançamento do Volume II, Gustavo pretende publicar um livro com as suas considerações hermenêuticas sobre a obra Ávora Di Carlla em sua unidade.

MAIS INFORMAÇÕES:

O Velho, A Carne E A Psicodélica Árvore Do Imaculado Ventre Da Terra 2010
"Ávora Di Carlla" é uma banda brasileira de Rock Progressivo da cidade de Vitória, no Espirito Santo, formada na década de noventa pelo cantor, compositor e letrista "Gustavo Caverzan". Oficialmente pode-se considerar o ano de 1998 como o do início da banda, apesar de que as composições do Gustavo já estavam em criação latente durante a década de 90, apenas como voz e violão até que aos poucos várias pessoas foram se aproximando do projeto  e o embrião de  um coletivo musical voltado especificamente para gravações em estúdio surgiu. Foi em 1998 que a banda fez a sua única apresentação até hoje e descrita pelo próprio Gustavo como pequena, confusa e direcionada para divulgar outras bandas, nas quais eles acabaram entrando na ultima hora e tocaram algumas das primeiras composições.  Preferem identificar portanto o projeto Ávora di Carlla como um projeto de estúdio, pois os ensaios e encontros realizados foram sempre direcionados para a produção do disco e do próximo que virá;  na verdade é uma obra única intitulada  "O Velho, A Carne E A Psicodélica Árvore Do Imaculado Ventre Da Terra" com sete partes no volume 1 e mais três no volume dois totalizando 10 partes. Segundo as palavras de Gustavo, a obra em sua totalidade nos sugere pensar pela afecção da habitação poética contida em seu mito, a dinâmica do existir humano na sua responsabilidade para com a construção de si mesmo. Assim, as imagens que mostram as experiências de abismo (dor) e cume (obra de vida), são formadas em um movimento cujo itinerário vai do crepúsculo à aurora (Disco I) e da aurora ao crepúsculo (Volume II).. Elas abordam as tensões entre um conceito incoerente, por um lado, e a clareza cristalina e imaginação sem limites da música no outro. Do ponto de vista puramente musical, o seu apelo eclético deriva de constantes mudanças desde prog sinfônico, jazz, blues lentos, passagens acústicas bucólicas, space rock, avantgarde e arte da música ocidental, cheio de teclados, num clima orquestral prog sinfônico mesclado a uma atmosfera jazz, com forte influência europeia. Instrumentistas competentes, cantores e músicos com técnica e sentimento. O sagrado e o profano se fundem em meio as faixas deste álbum conceitual com climas densos, suaves, e cheios de mistérios. Esse primeiro disco foi lançado em 2010 e o próximo ainda está em elaboração, sendo que o primeiro disco e as duas primeiras faixas do segundo já estão disponíveis para download, apenas dessa forma, pois não existe em CD físico, pelo menos por enquanto. O núcleo de músicos envolvidos na base do projeto consistia em "Gustavo Caverzan" (vocal e composição), "Rogério Bezerra" (teclados e produção musical), "Luiger Lima" (bateria), "Carlos Anderson" (baixo)  "Flávio Veronez" (guitarras) e Geógenes dos Santos (captação técnica do áudio). A esse núcleo básico foram adicionados durante a produção o  maestro Helder Trefzger e o técnico de gravação e musico Ricardo Mendes, que finalizou a gravação e mixou o disco. Gustavo faz questão de frisar que  o projeto foi também sustentado pela genialidade de outras pessoas: os vocais espetaculares produzidos por Emmerson Nogueira e Juliana Matias, a narração fenomenal do ator Ednardo Pinheiro, a participação de Igor Awad e Claudio Bocca no Canto, a presença do grande guitarrista Rodrigo Marçal e a incrível participação de músicos geniais que compuseram o corpo da orquestra.  A banda nunca se propôs a produzir um álbum conceitual de rock progressivo mas  foram as próprias composições (em sua disposição de fala), que solicitaram a sua plasticidade sonora, musical. A maior preocupação foi conduzir as produções elaboradas pela banda no esforço de atender a essa solicitação, ou seja, de poder comportar musicalmente um repertório de imagens dentro de uma progressão temática a representar vários cenários poéticos inseridos numa grande estória. E assim, de acordo com Gustavo, eles seguiram e o resultado disso é lido hoje pela via do rock progressivo, proposta a qual ele particularmente se identifica muito sentindo-se honrado por participar dessa vertente musical tão extraordinária, e de poder conquistar a sua permissão desde dentro da obra Ávora Di Carlla. Após o lançamento do Volume II, Gustavo pretende publicar um livro com as suas considerações hermenêuticas sobre a obra Ávora Di Carlla em sua unidade.
FAIXAS:
I - No Reino dos Sinos de Copas
01. No Reino dos Sinos de Copas (13:40)
II - Convulsões de Um Único Grito
02. O Segundo Mistério das Imagens da Escada de Bronze (11:48)
03. Crepúsculo: 1976 (4:26)
III - O Mundo Pelos Quadros em Tábata 
04. A Casa de Tábata (12:53)
05. À Luz do Reino (1:25)
06. Das Púrpuras Chamas (10:19)
07. Aurora: Do Fundo do Raso do Homem (03:32)
8. Entre Quadros e Poeta (Volume II, Faixa Bônus) (7:33)
9.Pegadas de Um Capinar (Volume II, Faixa Bônus) (18:19)
Total Time: 1:24:49

MEMBROS:
- Gustavo Caverzan / vocal
- Rogério Bezerra / teclado
- Flávio Veronez / guitarra
- Carlos Anderson / baixo
- Luiger Lima / bateria
convidados
- Emmerson Nogueira / vocal
- Juliana Matias / vocal
- Ednardo Pinheiro / narração
- Rodrigo Marçal / guitarra
- Helder Trefzger / orquestração

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